28.7.09

27.7.09

I Douro You!

Só um cheirinho:








22.7.09

Aposto que tiveste uma nota de merda!

Após uma longa e esperada ausência, decido reabrir a época da escrita novamente.

É certo que, como consequência da minha licença sabática em prol de mim próprio tenho muitas novidades, porém pesa-me a consciência se não regressar com uma notícia madura e explosiva.(Madura porque já se passou há um mesito, salvo erro.)
Não é que há mais um episódio lamentável em que temos como protagonista principal os proletários contemporâneos, ou seja, os docentes?Este é uma espécie de parte dois da história enriquecedora da professora de Espinho.A única diferença é que ao invés de brincar com o futuro sexual dos meninos, brincava com o seu futuro.Senão vejamos:
Não faço a mínima ideia qual é a faixa etária média fiel seguidora deste blogue, mas se houver alguém que o lê, suponho que se apresente na ordem dos dezoito anos de idade e por conseguinte a minha intervenção torna-se mais pertinente ainda.
Estava eu, numa bela tarde de Final de Primavera na minha monótona labuta diária, num café, quando alço a cabeça e ergo os olhos perante tamanha atrocidade cometida por três ogres.Não é que estavam três professoras, responsáveis pela corre(c)ção de exames nacionais, a passear os mesmos num café.E mais.Para além de estarem a passear os exames num café estavam a passear os olhos pelos exames àquilo que chamam correcção e, estavam ainda a corrigir os exames com uma caneta parker na respectiva mão direita adjacente, enquanto que seguravam com a mão esquerda os seus panachets e batiam um papo estup(ido)endo.(Admiro a capacidade das mulheres em fazerem diversas coisas ao mesmo tempo e abomino a sua falta de consciencialização de que, ao fazerem muitas coisas ao mesmo tempo, nada fica bem feito, mas apartes à parte!)
Ou seja, no canto esquerdo apresentavam-se três professoras com uma idade compreendida entre os 40 e 50 e um peso conjunto de 300 quilos.No canto direito estavam apenas as gramas respectivas ao peso de uma par de folhas e o intangível futuro dos jovens a quem os exames pertenciam.
Era notório o lado para o qual a vitória ia pender, uma vez que não podemos confrontar um peso-pluma com um peso-pesado.
Sugiro que promulgam uma lei, que diga explicitamente, uma vez que não queremos que os nossos queridos e competentes professores puxem demasiado pela cabeça, que consista na elaboração de cromos semelhantes aos que dizem "Proibida a entrada de cães", mas que, ao invés digam "Proibida a entrada de professores responsáveis pela corre(c)ção de exames nacionais" e os coloquem nos espaços públicos, já que não têm consciência de o ir fazer para um local mais discreto, onde possam estar minimamente concentrados. Uma vez promulgada, sugiro que para atenuar as consequências, essa lei só seja válida nas alturas de corre(c)ção de exames nacionais, ou teremos atitudes descabidas por parte da classe operária do séc. XXI, e não queremos nada disso...
O quê?!
Os professores já têm atitudes descabidas não próprias de indivíduos formados na vida?!!!
Esqueçam o que eu disse então...